Por Oriah
“Não me interessa saber como você ganha a vida. Quero saber o que mais deseja e se ousa sonhar em satisfazer os anseios do seu coração”.
“Algumas vezes tenho medo de meus desejos – medo do que eles venham a me pedir, da visão que ofereçam de mim mesma ou do mundo, e que possam exigir um sacrifício do meu modo de ver as coisas, tão cuidadosamente cultivado.
Se nunca nos deixarmos consumir pelo fogo transformador de nossos desejos, corremos o risco de nos apaixonarmos pela doce inspiração de ansiar pela fantasia do “que tal se…” ou “quem sabe algum dia”.
Para experimentar nosso desejo, sentir nossa aspiração mais profunda, corremos o risco de encontrar os desejos de nossa alma. Corremos o risco de deixar de satisfazer esses desejos. Corremos o rico de vivê-los plenamente.
Você é capaz de ver e tocar o divino que está em tudo?
Questão: Agora diga-me, o que mais deseja?
Não quero ouvir nenhuma outra história de desagregação familiar como explicação para a sua fragilidade. Deixe-me provar suas histórias no sal das lágrimas que seco em seus olhos”.